Fontes

A maioria das informações vêem com a devida validação abaixo da publicação. Algumas não foram possíveis de indicar a fonte, mas demos à informação o valor e a importância que mereceu e esperamos poder validá-la com posteriores pesquisas.

09/05/2017

Rio Formoso ou São José/Rio Formoso-PE.

O engenho Rio Formoso estava localizado na margem direita do Rio Formoso, sob jurisdição da Vila Formosa de Sirinhaém, capitania de Pernambuco. Suas terras tinham cercrea de uma milha, eram parcialmente montanhosas. Possuía uma fábrica movida a bois, mas possuía comodidade para fazer uma moenda d'água. Sua igreja era dedicada a São José. Atualmente não existe mais vestígio do engenho e sua área foi reocupada pela cidade de Rio Formoso-PE.
O engenho foi citado nos seguintes mapas coloniais:  Præfecturæ Paranambucæ Pars Borealis, Una Cum Præfectura de Itâmaracâ; PE-C (IAHGP-Vingboons, 1640) #40 CAPITANIA DE PHARNAMBOCQVE - plotado com o símbolo de engenho, 'Ԑ. ƒԐrmosa', na m.d.do 'Rº. FԐrmosa'.
 Em 1623 o engenho aparece como sendo de propriedade de Manuel Gonçalves Olinda, produzindo 3910 arrobas, pagando de imposto duas arrobas de açúcar branco por mil, após ser dizimado.Quando da ocupação holandesa (1630), o engenho passara à viúva, D. Catarina de Fontes que tinha fugido durante o grande êxodo dos senhores de engenho que acompanharam o General Mathias de Albuquerque, deixando o engenho abandonado a casa de purgar e das caldeiras, que eram de taipa, totalmente destruídas.
Em 25.06.1637, segundo fonte luso-brasileira, Rodrigo de Barros Pimentel foi coagido a adquirir o engenho pelas autoridades neerlandesas, por 24 mil florins em prestações anuais. Mas no ano seguinte Rodrigo de Barros Pimentel vendeu o engenho para Roland CarpentierNota: Os lavradores eram rendeiros das terras do engenho, sem escrituras de arrendamento; plantavam sua cana, porém não tinham fábrica. Como não faziam contratos, logo que tornam um terreno produtivo, o senhor do engenho podia expulsa-los sem indenização...” (TOLLENARE -1817)
Em 1637 e 1639, o engenho não possuía partido da fazenda, mas moía com três partidos de lavradores: Bernardo da Costa com 50 tarefas, Manuel Velho Pereira com 20 tarefas e Domingos Gonçalves com 20 tarefas que forneciam no total de 90 tarefas (3150 arrobas).
Durante a Insurreição Pernambucana (1645), Carpentier, casado com luso-brasileira, embora tenha aceitado a soberania portuguesa não conseguiu permanecer em Pernambuco e foi deportado para a Bahia. Pela mesma ocasião, o engenho foi saqueado pelos insurretos, que "roubaram os negros e mataram os animais pertencentes aos holandeses, mas não tocaram nos portugueses".
Em 1650, passando dificuldades em Salvador, Carpentier obteve licença para estabelecer-se no Recôncavo Baiano. Nessa mesma ocasião Miguel Gonçalves Olinda, filho homônimo do primeiro proprietário, obteve licença do governador-geral para retornar a Pernambuco e reaver o engenho.  Moía em 1655.
Hoje as terras do engenho Rio Formoso pertencem a Usina Cucaú/Serinhaém.

Usina Cucau


Moradores encontrados do engenho Rio Formoso:

Maria Gomes de Figueiredo, nascida no eng. do Rio Formoso/Sirinhaém.
C. 01- Panthaleão Fernandes de Figueiredo, em Pernamabuco - Natural da cidade do Porto/PT, filho de Belchior Fernandes e de Cecília Gomes. Irmão da Santa Casa da Misericórdia de Olinda, em 08/07/1657, natural da cidade do Porto/PT, filho de Belchior Fernandes e de Cecília Gomes. Chegou a Pernambuco como Sargeno de Infantaria em um dos socorros portugueses mandado para a guerra da Restauração.
Filhos: 01- Maria Gomes de Figueiredo c.c. Bento Machado (C.g.); 02- Cecília Gomes de Figueiredo c.c. João de Brito Guimarães (C.c.); 03- Isabel Gomes de Figueiredo c.c. João Fernandes Silva (C.g.); 04- Margarida de Almeida c.c. Pedro Alvares; 05- Lourença Gomes de Figueiredo c.c. João da Rocha Mota. (C.g.); 06- Theresa Gomes de Figueiredo c.c. Domingos da Costa de Araújo;
Fontes:
BORGES DA FONSECA, Antônio José Victorino. Nobiliarquia Pernambucana.170. 397

Francisco Carneiro da Silva – Filho de Manoel Carneiro da Silva que serviu ao reino na Fortaleza de Tamandaré, e de Simiana Gadarte.
Casamento 1: Maria, filha de Antônio Baptista de Atayde e de Teresa Gomes.
Com sucessão no engenho Rio Formoso, onde moram.
Fontes:
BORGES DA FONSECA, Antônio José Victorino. Nobiliarquia Pernambucana. Anais 1926 Vol 48. Pág 197. Anais 1926 Vol 48 (2) pág. 337


Proprietários e Lavradores do engenho Rio Formoso:

Conv. S. Antônio Ipojuca
Manuel Gonçalves Olinda – No final do século XVI e começo do XVII Manoel Gonçalves Olinda aparece como tendo assistido as obras do convento de Recife e do convento de Santo Antônio de Ipojuca. Segundo o Frei Jaboatão os dois conventos se assemelham, talvez pelo fato de terem sido assistidos pela mesma pessoa.
C 01- D. Catarina de Fontes – Viúva em 1630. Que fugiu de Pernambuco acompanhando o General Mathias de Albuquerque, durante o grande êxodo dos senhores de engenho de Pernambuco, que deixaram para trás tudo o que não podia ser levado.
Filhos encontrados: Manuel Gonçalves Olinda, que voltou da Bahia e readquiriu o engenho Rio Formoso.
Fontes:
www.delanocarvalho.com
PEREIRA, Levy. "R. Fermo∫o (engenho de bois com igreja)". In: BiblioAtlas - Biblioteca de Referências do Atlas Digital da América Lusa. Disponível em: http://lhs.unb.br/atlas/R._Fermo%E2%88%ABo_(engenho_de_bois_com_igreja). Data de acesso: 9 de maio de 2017.
DIÉGUES JÚNIOR, Manuel. O bangüê nas Alagoas: traços da influência do sistema econômico do engenho de açúcar na vida e na cultura regional. UFAL, 2006 - 339 páginas
Revista do IPHAN Nº 13, ano 1956 (2). Pag. 282. Nº 15, ano 1961 (1) pág 62

Conv. S. Antônio Recife

Catarina de Fontes – Em 1635, já viúva, D. Catarina fugiu de Pernambuco acompanhando o General Mathias de Albuquerque que seguia para a Bahia com cerca de 8.000 pessoas entre elas: senhores de engenho e suas famílias, escravos e feitores que deixaram para trás tudo o que não podia ser carregado. (s.n.m.)
Senhora do engenho Rio Formoso/Rio Formoso
C 01- Manuel Gonçalves Olinda
Filhos encontrados: Manuel Gonçalves Olinda, que voltou da Bahia e readquiriu o engenho Rio Formoso.
Fontes:
www.delanocarvalho.com
PEREIRA, Levy. "R. Fermo∫o (engenho de bois com igreja)". In: BiblioAtlas - Biblioteca de Referências do Atlas Digital da América Lusa. Disponível em: http://lhs.unb.br/atlas/R._Fermo%E2%88%ABo_(engenho_de_bois_com_igreja). Data de acesso: 9 de maio de 2017.
BORGES DA FONSECA, Antônio José Victorino. Nobiliarquia Pernambucana. Anais de 1926.
MELLO, José Antônio Gonsalves. A Economia Açucareira. Fontes para a História do Brasil Holandês. Edt. CEPE. 2ª edição. Recife, 2003

Rodrigo de Barros Pimentel (1) – Natural Pernambuco. Filho de Antônio de Barros de Pimentel e de Maria de Holanda. Capitão-mor de Porto Calvo/AL. Viveu durante a ocupação holandesa.
Combateu os índios no fim do século XII. Auxiliou Domingos Jorge Velho nos embates contra o Quilombo dos Palmares. Em 1608, recebe uma vasta sesmaria em Porto Calvo/AL de Cristóvão Lins, Alcaide-mor e repartidor das terras do distrito da povoação de Santo Antônio dos Quatro Rios do Porto
Os holandeses para atalhar o progresso da aclamação da liberdade nas Alagoas mandaram prender, em Porto Calvo, Rodrigo de Barros Pimentel, pessoa de qualidade, o que serviu de debate para os moradores se colocarem a salvo.
Rodrigo de Barros Pimentel junto com vários senhores de engenho se sentido desamparado pelos portugueses e tentando proteger suas famílias e mulheres, se retiraram de Pernambuco com destino a Bahia, juntamente com 08 mil pessoas, padecendo de comodidades, trabalhos e aflições de uma jornada dilatada e cheia de perigos, além do mais perseguidos pelos holandeses até a extrema do Rio São Francisco.
Após o seu regresso do exílio e segundo a ata do Alto Governo holandês foi dada a Rodrigo de Barros Pimentel a concessão de licença para importação de açúcar em volumes superiores aos necessários para a satisfação das obrigações com o pagamento de sua dívida (DN, 15. iv. 1649 e e 17. Ix. 1647, 8.vii, 12 e 30 xi 1649 e 10 e 17. i. 1650).
Senhor dos engenhos: Rio Formoso/Rio Formoso; Morro/Porto Calvo-AL; Escurial/Porto Calvo-AL; Santo Antônio Grande ou Nossa Senhora de França/Porto Calvo-AL.
Casamento 01: Jerônima de Almeida, filha de Baltasar de Almeida Botelho e de Brites Lins de Vasconcelos.
Filhos: 01- Rodrigo de Barros Pimentel (senhor do eng. Santo Antônio Grande e Escurial/Porto Calvo-AL) c.c. Cosma Lins, c.; 02- José de Barros Pimentel (eng. do Morro/Porto Calvo-AL), Capitão-mor da Vila Formosa do Porto Calvo-AL, c.c. Maria Accioly c.g; 03- Brites de Barros Pimentel c.c. Cristóvão Lins (eng. Escurial/Porto Calvo-AL) c.g; 04- Úrsula de Barros Pimentel, solteira; 05-  Luísa de Almeida, solteira; 06- Cosma de Almeida c.c. Sibaldo Lins (eng. Maranhão/Porto Calvo-AL), c.g; 7- Inês de Almeida (s.n.m.); Maria de Almeida c.c. Leão Falcão de Eça; Mariana de Almeida (s.n.m.); Jerônima de Almeida (filha), solteira; Mércia de Barros c.c. Manuel Gomes Wanderley (eng. Trapiche/Cabo de Santo Agostinho), c.g.
BORGES DA FONSECA, Antônio José Victorino. Nobiliarquia Pernambucana. Anais: 1903, Vol 25; 1919-1920, Vols 41 / 42; 1925, Vol 47
DIÉGUES JÚNIOR, Manuel. O bangüê nas Alagoas: traços da influência do sistema econômico do engenho de açúcar na vida e na cultura regional. UFAL, 2006 - 339 páginas
DORIA. Accaiolis do Brasil, p. 52 e 54-55
Fontes:
GAYO. Nobiliário das famílias de Portugal, Título Barretos Velhos, p. 77
HOLANDA, Buarque: uma família brasileira, p. 38
MELLO, Evaldo Cabral de. Olinda Restaurada. Guerra e açúcar no Nordeste, 1630-1654. Edt. 34. 3ª edição definitiva. São Paulo, 2007.
MELLO, José Antônio Gonsalves. A Economia Açucareira. Fontes para a História do Brasil Holandês. Edt. CEPE. 2ª edição. Recife, 2003
PEREIRA, Levy. "R. Fermo∫o (engenho de bois com igreja)". In: BiblioAtlas - Biblioteca de Referências do Atlas Digital da América Lusa. Disponível em: http://lhs.unb.br/atlas/R._Fermo%E2%88%ABo_(engenho_de_bois_com_igreja). Data de acesso: 9 de maio de 2017.
www.delanocarvalho.com
               
Bernardo da Costa – (s.n.m.)
Lavrador do engenho em torno de 1639.
Fontes:
PEREIRA, Levy. "R. Fermo∫o (engenho de bois com igreja)". In: BiblioAtlas - Biblioteca de Referências do Atlas Digital da América Lusa. Disponível em: http://lhs.unb.br/atlas/R._Fermo%E2%88%ABo_(engenho_de_bois_com_igreja). Data de acesso: 9 de maio de 2017.
MELLO, Evaldo Cabral: O Bagaço da Cana, Penguin & Companhia das Letras, São Paulo-SP, Brasil, 2012. Pág. 128 ISBN 978-85-63560-46-9.

Manuel Velho Pereira – (s.n.m.)
Lavrador do engenho em torno de 1639.
Fontes:
PEREIRA, Levy. "R. Fermo∫o (engenho de bois com igreja)". In: BiblioAtlas - Biblioteca de Referências do Atlas Digital da América Lusa. Disponível em: http://lhs.unb.br/atlas/R._Fermo%E2%88%ABo_(engenho_de_bois_com_igreja). Data de acesso: 9 de maio de 2017.
MELLO, Evaldo Cabral: O Bagaço da Cana, Penguin & Companhia das Letras, São Paulo-SP, Brasil, 2012. Pág. 128 ISBN 978-85-63560-46-9.

Domingos Gonçalves – (s.n.m.)
Lavrador do engenho em torno de 1639.
Fontes:
PEREIRA, Levy. "R. Fermo∫o (engenho de bois com igreja)". In: BiblioAtlas - Biblioteca de Referências do Atlas Digital da América Lusa. Disponível em: http://lhs.unb.br/atlas/R._Fermo%E2%88%ABo_(engenho_de_bois_com_igreja). Data de acesso: 9 de maio de 2017.
MELLO, Evaldo Cabral: O Bagaço da Cana, Penguin & Companhia das Letras, São Paulo-SP, Brasil, 2012. Pág. 128 ISBN 978-85-63560-46-9.

Roelant Carpentier – Judeu. Magistrado em Recife (1637). Durante o domínio holandês obteve licença da WIC para exploração do Pau-brasil, juntamente com João Fernandes Vieira, Balthasar da Fonseca - o da ponte, e o licenciado Manoel de Moraes. Depois da Insurreição Pernambucana Roeland Carpentier fez um acordo com os luso-brasileiros e ficou com o engenho Rio Formoso sob a salvaguarda deles. Passado um tempo os luso-brasileiros querendo se livrar de Roelant Carpentier acusaram-no de traição e, sem justiça, o degolaram.
Nota: Entre os judeus que mais reclamaram a coroa portuguesa sob seus direitos, de um capital de 4.117.672 florins da dívida da Companhia das Índias Ocidentais, foram Servaes e Roeland de Carpentier, cujo montante era de 40, 000 florins.
Senhor dos engenhos: São Gonçalo/Serinhaém; Rio Formoso/Serinhaém
C 01- (N) – luso brasileira.
Fontes:
www.delanocarvalho.com
Brazilië in de Nederlandse archieven (1624-1654): documenten in het koninklijk huisarchief en in het archief van de Staten-Generaal CNWS Publications, 2008 - 605 pág.
Johannes Nieuhof, José Honório Rodrigues, Moacir Nascimento Vasconcelos. Memorável viagem marítima e terrestre ao Brasil. Livraria Martins, 1682 .
MELLO, José Antônio Gonsalves de. Tempo dos Flamengos. Influência da Ocupação Holandesa na Vida e na Cultura do Norte do Brasil. 2ª edição. Coleção Pernambucana. Governo do Estado de Pernambuco. Secretária de Educação e Cultura. Departamento de Cultura. Recife, 1978
__________________________A Economia Açucareira. Fontes para a História do Brasil Holandês. Edt. CEPE. 2ª edição. Recife, 2003
PEREIRA, Levy. "R. Fermo∫o (engenho de bois com igreja)". In: BiblioAtlas - Biblioteca de Referências do Atlas Digital da América Lusa. Disponível em: http://lhs.unb.br/atlas/R._Fermo%E2%88%ABo_(engenho_de_bois_com_igreja). Data de acesso: 9 de maio de 2017.

Miguel Gonçalves Olinda – Filho homônimo do primeiro proprietário Miguel Gonçalves Olinda e de D. Catarina de Fontes. (s.n.m.)
Senhor do engenho: Rio Formoso/Rio Formoso.
Fontes:
PEREIRA, Levy. "R. Fermo∫o (engenho de bois com igreja)". In: BiblioAtlas - Biblioteca de Referências do Atlas Digital da América Lusa. Disponível em: http://lhs.unb.br/atlas/R._Fermo%E2%88%ABo_(engenho_de_bois_com_igreja). Data de acesso: 9 de maio de 2017.
MELLO, Evaldo Cabral: O Bagaço da Cana, Penguin & Companhia das Letras, São Paulo-SP, Brasil, 2012. Pág. 128 ISBN 978-85-63560-46-9.

Usina Cucaú - Está localizada no município de Rio Formoso e foi implantada no antigo engenho de açúcar do mesmo nome, fundado por Francisco de Moura, antes da invasão holandesa. Foi edificada, em 1895, pela Companhia de Melhoramentos em Pernambuco.
Muitas figuras ilustres fizeram parte como acionistas e diretores da Companhia, entre os quais, Manoel Borba e José Rufino Bezerra Cavalcanti, ambos governadores de Pernambuco, Arthur de Siqueira Cavalcanti Filho, Barão de Águas Claras, Oscar Bernardo Carneiro da Cunha, coronel Júlio de Araújo, João Cardoso Ayres.
Atualmente a usina pertence ao Grupo Armando de Queiroz Monteiro e integra, junto com a usina Laranjeiras, a Companhia Geral de Melhoramentos em Pernambuco.
A usina Cucaú possui 49 engenhos, entre os municípios de Rio Formoso, Ribeirão, Gameleira e Serinhaém. A região onde estão situados seus engenhos tem a ver com os quilombos dos negros fugidos da escravidão. A casa-grande e a capela do engenho Antas, pertencente à usina, foram tombados pelo Patrimônio Histórico e tem a guarda da usina Cucaú.
Fontes:
ANDRADE, Manuel Correia de. História das usinas de açúcar de Pernambuco. Recife: FJN. Ed. Massangana, 1989. 114 p. (República, v.1)
GONÇALVES & SILVA, O assucar e o algodão em Pernambuco. Recife: [s.n.], 1929. 90 p.
MOURA, Severino. Senhores de engenho e usineiros, a nobreza de Pernambuco. Recife: Fiam, CEHM, Sindaçúcar, 1998. 320 p. (Tempo municipal, 17).
GASPAR, Lúcia. Usina Cucaú. Pesquisa Escolar Online, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: <http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/>. Acesso em: dia  mês ano. Ex: 6 ago. 2009.


Fontes:
Matheus van den Broeck, Diário ou Narração Histórica Amsterdam 1651. Trad. por José Hygino Duarte Pereira (Recife 1875) pp. 23/23.
MELLO, Evaldo Cabral: O Bagaço da Cana, Penguin & Companhia das Letras, São Paulo-SP, Brasil, 2012. Pág. 128 ISBN 978-85-63560-46-9.
MELLO, J. A. Gonsalves de, Fontes para a História do Brasil Holandês, vol. 1 - A Economia Açucareira, Parque Histórico Nacional dos Guararapes, MEC/SPHAN/FUNDAÇÃO PRÓ-MEMÓRIA, Recife, 1981, DOCUMENTO 4, pg. 47-71.
NASSAU-SIEGEN, J. Maurice; DUSSEN, Adriaen Van der; KEULLEN, Mathijs Van: Breve discurso sobre o estado das quatro capitanias conquistadas no Brazil, pelos holandeses, 14 de janeiro de 1638. 
PEREIRA, Levy. "R. Fermo∫o (engenho de bois com igreja)". In: BiblioAtlas - Biblioteca de Referências do Atlas Digital da América Lusa. Disponível em: http://lhs.unb. br/biblioatlas/R._Fermo%E2%88%ABo_(engenho_de_bois_com_igreja). Data de acesso: 7 de novembro de 2013
SCHOTT, Willem: Inventário, na medida do possível, de todos os engenhos situados ao sul do Rio das Jangadas até o Rio Una, em Pernambuco, datado de 1636.

BORGES DA FONSECA, Antônio José Victorino. Bibllioteca Nacional do Rio de Janeiro. Anais 1919-1920 Vols 41 / 42 (1). Pág 156.

04/04/2017

Descendência de Lourenço Martins de Moraes (1375) até a minha avó Maria Anna Carneiro Leão (1903)

Lourenço Martins de Morais – Nascido em torno de 1375. Filho de Martim Gonçalves de Morais (senhor da Honra de Vinhais/Bragança) e de D. Constança Lourenço de Távora ou Lourença Pires de Tavora. NM do primeiro Lourenço Peres de Távora e de D. Margarida Gilz de Moraes, de acordo com o título da família Távora, e se vê na história, que escreveu sobre essa grande casa, Panco Botelho de Moraes, que se conserva manuscrita na casa do Marques de Távora. O primeiro varão, que deu origem a família Campello. Irmão de Gonçalo Martins de Moraes de quem descendem a família Moraes de Trás dos Montes/PT.
Sucessor de seu pai na Quinta da Quelha, onde viveu com grande casa na Freguesia de São Bartolomeu de Campello/concelho de Baião/Porto/Portugal
NOTA: "é o que se diz ser tronco dos Campellos que se diribou da freguesia de S. Bartolomeu de Campello no concelho de Baião Comarca do Porto"
C 01- D. Domingas Annes – Filha e herdeira de João... Filho único:
01- João Lourenço Martins de Morais c.c. (N). (Continua)
Fontes:
Arquivos genealógicos organizados e escritos pelo Dr. João Nazareno Carneiro Campello. Pág. 11 / 324
http://geneall.net/pt/nome/64909/lourenco-martins-de-morais/
https://www.geni.com/people/Louren%C3%A7o-Martins-de-Morais/6000000017755610739
João Lourenço Martins de Moraes – Filho único de Lourenço Martins de Morais e de D. Domingas Annes. NP de Martim Gonçalves de Morais (senhor da Honra de Vinhais/Bragança) e de D. Constança Lourenço de Távora ou Lourença Pires de Távora. NM de João... (senhor da Quinta da Quelha, situada em São João do Ouvil/Baião).
Senhor da Quinta de Quelha, onde viveu com grande casa na freguesia de São Bartolomeu de Campello/Concelho de Baião/Distrito do Porto, região Norte /PT
C 01- (N). Filho único:
01- Lourenço Annes de Morais Campello c.c. (N). (Continua)
Fontes:
Arquivos genealógicos organizados e escritos pelo Dr. João Nazareno Carneiro Campello. Pág. 12 / 324
https://www.geni.com/people/Jo%C3%A3o-Louren%C3%A7o-Martins-de-Morais/6000000017755920188?through=6000000017755610739
http://geneall.net/pt/nome/40556/joao-lourenco-martins-de-morais/
Lourenço Annes de Morais Campello – Nasceu em torno de 1410. Filho de João Lourenço de Moraes e de (N). NP único de Lourenço Martins de Morais e de D. Domingas Annes. Sucessor de seu pai na Quinta de Quelha. Era conhecido como Lourenco Annes de Campello, pela distinção com que vivia no Concelho de Baião/PT.
C 01- (N). Filhos:
01- João Lourenço Campello (sucessor de seu pai na Quinta da Quelha.  Já idosos cometeu um homicídio e foi se esconder em Braga, onde seu filho Pedro Annes Campello, o escondeu na Igreja de Lamas, anexa a sua conezia. Faleceu pouco tempo de pois e foi sepultado na dita Igreja, acima da parede da parte da Epistola. C.c. Anna de Antas. (C.g.);
02- Fernão Lourenço Campello c.c. Maria Nogueira (C.g.); mais dois filhos, cujos nomes não foram encontrados. (Continua)
Fontes:
Arquivos genealógicos organizados e escritos pelo Dr. João Nazareno Carneiro Campello. Pág. 12, 25 / 324
https://www.geni.com/people/Louren%C3%A7o-Annes-de-Morais-Campello/6000000017755629764?through=6000000017755920188
http://geneall.net/pt/nome/40555/lourenco-Annes-de-morais-Campello/
Fernão Lourenço Campello – Filho de Lourenço Annes de Morais Campello e de (N). NP de João Lourenço de Moraes e de (N). viveu no Concelho de Baião durante os reinados de D. Afonso V e de D. João II.
C 01- Maria Nogueira, em Mesão Frio/Distrito de Vila Real-região Norte de PT – Pessoa nascida em família nobre da dita Povoação. Filho único:
01- Afonso Fernandes Campello – C.c. Maria Annes de Cerqueira. (Continua)
Fontes:
Arquivos genealógicos organizados e escritos pelo Dr. João Nazareno Carneiro Campello. Pág. 12, 26 / 324
http://geneall.net/pt/nome/263065/fernao-lourenco-Campello/
Afonso Fernandes Campello – Filho único de Lourenço Annes de Morais Campello e de (N).  NP de Lourenço Annes de Morais Campello e de (N). Viveu no solar da família em Amarele/São Bartolomeu de Campello/Concelho de Baião/Distrito do Porto, região Norte /PT, durante o reinado de D. João II e D. Manoel.
C 01- Maria Annes de Cerqueira – Filha de João Roiz de Cerqueira. NP de Rodrigo Annes de Cerqueira (senhor da Casa de Campoza, em título da família Cerqueira. Filhos:
01- Fernando Afonso Campello – C.c. Teresa Anes Vilas-Boas; (Continua)
02- João Afonso Campello – Nasceu em Amarelle/São Bartolomeu de Campelo, aonde viveu durante o reinado de D. João V e de D. Sebastião. C.c. Margarida Monteiro de Queirós, natural de Moura Morta/Conceho de Penaguião, filha de João Monteiro e de Catherina de Queiroz. Faleceu em 1572, de acordo com um documento autêntico. (C.g.)
Fontes:
Arquivos genealógicos organizados e escritos pelo Dr. João Nazareno Carneiro Campello. Pág. 09, 26, 206/ 324
http://geneall.net/pt/nome/263069/fernando-afonso-Campello/
Fernando Afonso Campello – Filho primogênito de Afonso Fernandes Campello e de Maria Annes de Cerqueira. NP de Lourenço Annes de Morais Campello e de (N).  NM de João Roiz de Cerqueira. Viveu em São Bartolomeu de Campello/Concelho de Baião/Distrito do Porto, região Norte /PT, durante o reinado de D. Manoel e de D. João III.
C 01- Teresa Annes Vilas-Boas, viúva de João Pais, o Velho. (C.g.) – Filha de João Gonçalves de Vilas-Boas (c. 1510)  e de Ignez Pires de Gois (c. 1515). Filho único do segundo casamento:
01- Afonso Fernandes Campello c.c. Francisca de Antas da Silveira.
Fontes:
Arquivos genealógicos organizados e escritos pelo Dr. João Nazareno Carneiro Campello. Pág. 26 / 324
http://geneall.net/pt/nome/263069/fernando-afonso-Campello/
Afonso Fernandes Campello – Filho de Fernando Afonso Campello e de Teresa Annes Villas-Boas. NP de Afonso Fernandes Campello e de Maria Annes de Cerqueira. NM de João Gonçalves de Vilas-Boas e de Ignez Pires de Gois. Viveu em São Bartolomeu de Campello/Concelho de Baião/Distrito do Porto, região Norte /PT, depois viveu em Braga.
C 01- Francisca de Antas da Silveira, em Braga – Filha de Antônio de Antas e de Anna Correia da Silveira (açafata de D. Catarina, Duquesa de Bragança). Filhos:
01- João Afonso Campello – Viveu em Braga. C.c. D. Ignez Dias de Lemos. (C.g.);
02- Gonçalo Afonso Campello c.c. Pascoa de Faria Lobo
Fontes:
Arquivos genealógicos organizados e escritos pelo Dr. João Nazareno Carneiro Campello. Pág. 26 / 324
http://geneall.net/pt/nome/263071/afonso-fernandes-Campello/
Gonçalo Afonso Campello – Filho 2 de Fernando Afonso Campello e de Teresa Annes Villas-Boas. NP de Fernando Afonso Campello e de Teresa Annes Villas-Boas. NM de Antônio de Antas e de Anna Correia da Silveira. Viveu em São Bartolomeu de Campello/Concelho de Baião/Distrito do Porto, região Norte /PT.
C 01: Pascoa de Faria Lobo, sua prima, no terço da Vila (N)/São Veríssimo de Tamel/Barcelos – PT – Filha de João Lobo Pinheiro de Faria e de Jerônima de Antas da Silveira, em título da família Farias. Filhos:
01- Domingos Gonçalves Campello – C.c. Justa Gonçalves;
02- Braz Gonçalves Campello – Viveu no Lugar dos Casais/Concelho de Baião. C.c. Izabel Dias Campei, filha de Diogo Annes Campello e de sua segunda esposa D. Izabe de Castanhal. (C.g.);
03- Álvaro Gonçalves Campello – Viveu no Concelho de Baião. C.c. (N). (C.g.);
04- Francisco Gonçalves Campello – (s.n.m.)
Fontes:
Arquivos genealógicos organizados e escritos pelo Dr. João Nazareno Carneiro Campello. Pág. 27, 28, 202, 203/ 324
http://geneall.net/pt/nome/263075/goncalo-afonso-Campello/
Domingos Gonçalves Campello – Filho de Gonçalo Afonso Campello e de Pascoa de Faria Lobo. NP de Fernando Afonso Campello e de Teresa Annes Villas-Boas. NM de João Lobo Pinheiro de Faria e de Jerônima de Antas da Silveira. Nasceu em São Veríssimo de Tamel. Viveu em Barcelos, por haver casado no termo da dita vila, de acordo com uma certidão do Santo Ofício na habilitação de seu neto João Rodrigues Campelo. Depois foi viver em Vianna de Lima.
C 01- Justa Gonçalves, em Barcelos – Natural da Vila Franca de Cortegaça, junto a São João “o Novo”, de acordo com uma certidão emitida pelo Santo Ofício, na habilitação de seu neto João Rodrigues Campello. Filhos:
01- Manoel Gonçalves Campello – Familiar do Santo Ofício. Homem muito rico. Viveu em Lisboa. C.c. Catarina de Brito. (C.g.);
02- Natália Domingues Campello – C.c. Manuel Rodrigues; (continua)
03- Maria Domingues Campello – Viveu na Via de Vianna. C.c. João Rodrigues de Refoios e depois cc. João Pires. (C.g. nos dois casamentos).
Fontes:
Arquivos genealógicos organizados e escritos pelo Dr. João Nazareno Carneiro Campello. Pág. 28, 198/ 324
http://geneall.net/pt/nome/263089/domingos-goncalves-Campello/
Natália Domingues Campello – Natural de Vianna do Castelo/PT. Filha 02 de Domingos Gonçalves Campello e de Justa Gonçalves. NP de Gonçalo Afonso Campello e de Pascoa de Faria Lobo. Nasceu e viveu com seus pais na Vila de Vianna de Lima. Irmã de Maria Domingues, que, em suas segundas núpcias, casou-se com José Peres.
C 01- Manoel Rodrigues – Homem nobre. Natural de Refoios de Lima. Filho de Domingos Pires (natural do Reino de Galiza da freguesia de S. Alfaiate. Filhos:
01- João Rodrigues Campello – Familiar do Santo Ofício. Viveu e faleceu solteiro em Lisboa. (S.g.);
02- Antônio Rodrigues Campello c.c. Ignácia de Barros do Rego. (C.g.)
Fontes:
Arquivos genealógicos organizados e escritos pelo Dr. João Nazareno Carneiro Campello. Pág. 29
BORGES DA FONSECA, Antônio José Victoriano. Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Anais 1925 Vol 47 (3). Pág. 50
http://www.parentesco.com.br/index.php?apg=pessoa&idp=6286&c_palavra=ant%C3%B4nio
http://geneall.net/pt/nome/263117/domingos-pires/
http://geneall.net/pt/nome/263116/natalia-domingues-Campello/
Antônio Rodrigues Campello (primeiro do nome) – Natural de Vianna de Lima e faleceu em 24.10.1741/Recife. Filho 02 de Natália Domingues Campello e de Manoel Rodrigues (natural em Refoios/freguesia de Santa Eulália de Ponte de Lima – Portugal. Alfaiate). NP de Domingos Gonçalves Campello e de Justa Gonçalves. NM de Domingos Pires e de Ignez Rodrigues.
Imigrou para Pernambuco com seu primo José Peres Campello, no ano de 1680. Deles originaram-se duas famílias conhecidas em Pernambuco: a família CAMPELLO, descendente de Antônio Rodrigues Campello, e a família PERES, descendente de José Peres Campello.
Capitão da Ordenança do Recife (1693), por patente do Governador D. Antônio Félix Machado, em 14.03 1693), confirmada pelo Rei no dia 20.12 do mesmo ano. Mercador de Negócios (1694). Familiar do Santo Ofício, por carta de 02.03.1645, de acordo com uma certidão passada pelo Comissário Geral Jácome Esteves Nogueira, em 08.07.1645. Irmão da Ordem Terceira de São Francisco do Recife em 05-07-1695. Almotacal da Câmara de Olinda, em 1699 (Oficial municipal encarregado da fiscalização das medidas e dos pesos e da taxação dos preços dos alimentos e da distribuição, regularização e distribuição de alimentos, em tempos de maior escassez). Vereador da Câmara de Olinda e do Recife. Sargento-mor de Ordenança (1723).
Senhor dos engenhos: Moreno/Moreno (1715), que depois trocou pelo Engenho da Torre/Recife.
Nota: Antônio José Victoriano Borges da Fonseca, dizia que tinha visto o título da família Campello, que tinha sido escrita pelo Dr. João Ferreira Mascarenhas Montarroios, e que se encontrava em poder do Sargento-mor Manoel Rodrigues Campello, e dela e de uma certidão que também viu passada pelo Secretário do Comissariado Geral do Santo Ofício, Jacome Esteves Nogueira, consta que Antônio.
C 01- D. Ignácia de Barros do Rego, no Recife – Recifense. Filha do Cap. Francisco Rebelo de Barros (natural da Villa da Assunção/freguesia de Caminha-PT. Residente no Recife; Capitão; Tesoureiro da Junta do Comércio do Recife) e de Maria da Rocha de Barros (natural da Vila de Viana. NP de Francisco Rebelo de Barros (natural de Rebelo/freguesia da Eulália de Rio de Moinhos/Terço da Vila dos Arcos) e de Anna Carvalho (natural da Vila de Caminha). NM de Manoel Mendes (natural da Cortegaça/freguesia de São Pedro de Soportela/Terço de Barcelos) e de Apolônia de Barros (natural de Assunção/Via de Vianna de Lima) De acordo com uma certidão do Santo Ofício. Irmã de Catharina da Rocha de Barros c.c. José Peres Campello.
Filhos:
01- Antônio Rodrigues Campello – Religioso da Ordem de Nossa Senhora do Monte do Carmo da Província da Reforma de Pernambuco, depois passou para a Religião da Mata. Faleceu em Roma/Itália;
02- João Rodrigues Campello (Dr.) – Nasceu no Recife e faleceu em Salvador. Iniciou seus estudos no Recife. Advogado formado em Coimbra. Juiz de fora nas vilas de Campos de Ourique e de Feyra, em Portugal. . Sucessor do Morgado de Mathias Gonçalves Paes. Ouvidor-geral e corregedor na capitania de São Paulo. Desembargador da Relação do Estado do Brasil, como posse tomada na relação do Porto, aonde residia. Cavaleiro da Ordem de CristoC.c. (N) e depois c.c. D. Maria Micaela da Natividade da Maia, em Lisboa. (S.g. nos dois casamentos);
03- Manoel Rodrigues Campello – Fidalgo da Casa Real. C.c. D. Inocência de Brito Falcão. (C.g.); (continua)
04- Felipe Rodrigues Campello – Clérigo graduado em Filosofia e Teologia. Presbítero.  Cavaleiro da Ordem de Cristo. Comissário do Santo Ofício. Protonotário. Apostólico. Vivia em Recife no ano de 1745.
05- D. Florência Rodrigues Campello – C.c. o Capitão Joseph Rodrigues Colaço, em Recife. Familiar do Santo Ofício. Tesoureiro dos Defuntos e Ausentes. Filho de João Rodrigues Colaço e de Isabel Antunes, naturais de Figueiroa/termo de Cadaval/PT. NP de Joseph Colaço e de Isabel Rodrigues, naturais da Vila de Lourinha. NM de Gi Esteves (natural de Bousa do Louro/termo de Cadaval/PT0 e de Maria Antunes (natural de Sobrema/termo de Cadaval). BP de Álvares Colaço (natural de Lourinha, o qual deixou o apelido de Silva pelo de Colaço, por conta de sua mãe ter sido ama de leite do rei D. Sebastião, e ele colaço do dito rei, segundo seus descendentes. Foi feito prisioneiro na Batalha de Alcacer, fugiu depois de alguns anos no cativeiro.  C.c. (N), mulher com distinção, em Lisboa. (C.g.);
06- D. Catarina Rodrigues Campello – Primeira esposa do Cap. Julião da Costa de Aguiar. (S.g.)
Fontes:
Arquivos genealógicos organizados e escritos pelo Dr. João Nazareno Carneiro Campello. Pág. 29, 30, 197, 198
http://geneall.net/pt/nome/263119/antonio-rodrigues-campelo/
http://www.parentesco.com.br/index.php?apg=arvore&idp=6286&ver=por
Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Anais 1903 Vol 25 (1). Pág 56
BORGES DA FONSECA, Antônio José Victoriano. Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Anais 1925 Vol 47 (3). Pág. 53
Manoel Rodrigues Campello (primeiro do nome) – Nasceu no Recife. Filho 03 de Antônio Rodrigues Campello e de D. Ignácia de Barros do Rego. NP Natália Domingues Campello e de Manoel Rodrigues. NM do Cap. Francisco Rebelo de Barros e de Maria da Rocha de Barros. Estudou os primeiros rudimentos da língua latina. Ajudante das Ordens do Gov. de Pernambuco em 1737. Alferes do Mestre de Campo. Alferes ligeiro. Capitão de Infantaria do Terço de Olinda. Sargento-mor de auxiliares do Recife em 1717.  Comandante do destacamento que foi em socorro da nova Colônia do Sacramento/RS (1736), onde ficou 05 anos. Sargento-mor do Terço de Auxiliares do Recife. Cavaleiro da Ordem de Cristo, professo em 05.10.1745, no Convento da Luz, por provisão de 24.09 do dito ano. Cavaleiro Fidalgo da Casa Real, em 14.09.1748. Professo na Ordem de Cristo. Abastado senhor em Pernambuco.
Visitou vários países do reino português, da américa portuguesa e espanhola, onde requereu prêmio pelos serviços, os quais teve grandes despesas e gastou dinheiro da sua fazenda, como consta da sua Patente formada com expressões de grande honra. Vivia no Recife em 1771.
C 01- D. Inocência de Brito Falcão, em 1717/freguesia de São Pedro/Olinda. – Batizada em 10.10.1700. Filha de Luiz Braz Bezerra (Capitão de Infantaria) e de D. Francisca Sanches del Posto (natural da Bahia). NP de Luiz Braz Bezerra “o Velho” (membro da antiquíssima e nobre família Bezerra) e de D. Inocência de Brito Falcão (irmã do Cap. Plácido de Azevedo Falcão). NM de Joseph de Sanches del Pozo (Cap. de Infantaria. Natural de Lisboa, filho do Mestre de Campo Domingos Sanches del Pozo) e de D. Maria Paes (natural da Bahia). Filhos:
01- Antônio Rodrigues Campello – Faleceu criança;
02- Virgínio Rodrigues Campello (continua) – C.c. D. Francisca Thereza de Jesus de Barros;
03- José Rodrigues Campello – Faleceu criança;
04- Manuel Rodrigues Campello – Faleceu criança;
05- Felipe Rodrigues Campello – Nasceu em 16.01.1730. Cavaleiro Fidalgo da Ordem de Cristo, por alvará de 07.10.1750. Capitão do Regimento da Cavalaria. C.c. Maria Theodora de Barros, em 13.05.1759, filha do Cap. Manoel Carneiro Leão e de D. Rosa Maria de Barros. (C.g.);
06- D. Ignácia de Barros Campello – Faleceu criança;
07- D. Francisca Ignácia de Brito Campello – C.c. o Capitão Antônio Cavalcanti de Albuquerque, filho do Capitão-mor Lourenço Cavalcante de Albuquerque e de D. Luisa dos Prazeres de Mello. (C.g.);
08- D. Rosa Maria de Barros Campello – C.c. o Capitão Antônio José Teixeira, filho do Cap. Gonçalo Teixeira Cabral e de D. Cosma de Araújo Bezerra. (C.g.).
Fontes:
Arquivos genealógicos organizados e escritos pelo Dr. João Nazareno Carneiro Campello. Pág. 31, 139, 140, 196
http://geneall.net/pt/nome/434378/manuel-rodrigues-campelo/
http://www.parentesco.com.br/index.php?apg=arvore&idp=6364&ver=por
BORGES DA FONSECA, Antônio José Victoriano. Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Anais 1925 Vol 47 (3). Pág 51
Virgínio Rodrigues Campello “o Mato Grosso” – Filho 02 de Manoel Rodrigues Campello e de D. Inocência de Brito Falcão. NP de Antônio Rodrigues Campello e de D. Ignácia de Barros do Rego. NM Luiz Braz Bezerra e de D. Francisca Sanches del Posto.
Serviu ao Rei no Regimento do Recife. Acompanhou seu pai no socorro prestado na nova Colônia do Sacramento (1736).  Do Capitão Terço de Auxiliares do Recife. Faleceu em 1749, por conta uma estocada que lhe deram, quando tentou aparta uma pendência dos soldados do Mato Grosso, que faziam guarnição no Recife.
C 01- D. Francisca Thereza de Jesus de Barros, primeiro marido, em 1742 – Nascida em Olinda. Filha do Capitão Manoel Carneiro Leão e de D. Anna Maria de Barros. Irmã do Padre Roque de Barros de Alvelos Telles. NP de Francisco Carneiro Leão (natural do Porto/PT) e de D. Luísa Barbosa (natural de São Thiago de Carvalhosa/Porto-PT. NM do Capitão Ignácio de Barros e de D. Vicência de Carvalho. Viúva D. Francisca casou com Manoel Netto Carneiro Leão, seu primo, a quem seu primeiro marido mandara vir de Portugal e o fizera caixeiro ou guarda-livros, ou mesmo sócio. Filhos:
01- Manoel Thomaz Campello – C.c. D. Francisca Margarida Diniz Bandeira, filha do Cel. Domingos Fernandes de Souza Bandeira e de D. Maria Diniz Bandeira. Senhor do engenho da Torre/Recife-Torre;
02- Virgínio Rodrigues Campello – C.c. Rita Josepha de Jesus, filha do Capitão José Pedro dos Reis;
03- Joaquim José Campello – C.c. Maria do Carmo Bezerra, filha de José Pedro dos Reis e de D. Maria do Carmo Bezerra. NM de José Pedro dos Reis e de D. Maria de Jesus. Senhor do engenho do Brum/Recife, fundou o engenho Capibaribe, antes Mocotó/São Lourenço da Mata, aonde residiu. (C.g.);
04- D. Rosa Maria de Barros – Primeira esposa do Cel. José Mendes da Silva Paes, senhor dos engenhos São João/Cabo de Santo Agostinho e Pitimbu/Cabo de Santo Agostinho. (C.g.). Viúvo casou em segundas núpcias com sua prima D. Paula Maria de São Pedro. Faleceu no dia 08.06.1771.
Fontes:
Arquivos genealógicos organizados e escritos pelo Dr. João Nazareno Carneiro Campello. Pág. 31, 32, 72, 133.
http://geneall.net/pt/nome/1313953/virginio-rodrigues-campello/
BORGES DA FONSECA, Antônio José Victoriano. Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Anais 1925 Vol 47 (3). Pág
Virgínio Rodrigues Campello – Nasceu em 1746 e faleceu em 1813. Filho de Virgínio Rodrigues Campello “o Mato Grosso” e de D. Francisca Thereza de Jesus de Barros. NP de Manoel Rodrigues Campello e de D. Inocência de Brito Falcão. NM do Capitão Manoel Carneiro Leão e de Virgínio Rodrigues Campello “o Mato Grosso” e de D. Francisca Thereza de Jesus de Barros. D. Anna Maria de Barros.
Senhor do engenho Canha/Vitória de Santo Antão.
C 01- D. Rita Josepha de Jesus – Nasceu em 1766 e faleceu em 10.1839. Filha de José Pedro dos Reis e de D. Maria de Jesus. Filhos:
01- José Pedro dos Reis Campello – Nasceu em 1775 e faleceu e 1811. Formado em Cânones. Padre;
02- D. Maria de Jesus de Barros Campello – Nasceu em 1778 e faleceu em 26.03.1817. Casou com apenas 15 anos, com seu primo Virgínio NP  Antônio Rodrigues Campelo, filho do Cel. José Mendes da Silva e sua primeira esposa D. Rosa Maria de Barros.  (C.g.);
03- Manoel Carneiro Leão Campelo (trisavô de minha avó Maria Anna (Nita) Carneiro Leão, depois Carneiro de Novaes) – C.c. D. Maria do Carmo Diniz Bandeira e depois c.c. D. Maria Archanja da Conceição Lins e Mello. (Continua);
04- Joaquim Manoel Carneiro da Cunha – Capitão. Nasceu em 1784. C.c. D. Antônia Maria de Albuquerque Lins, em 20.12.1808. filha do Morgado do Bom Jesus do Cabo de Santo Agostinho Manoel da Vera Cruz Lins e Mello e de D. Luzia Francisca Caetana de Albuquerque. Falecida em 28.10.1850, sendo sepultada na Matriz da Boa Vista/Recife. (C.g.);
05- Virgínio Rodrigues Campello – Nasceu em 1787.  C.c. D. Rosa Ignácia de Barros Campello), falecida em 1837, filha do Cel. José Mendes da Silva e sua segunda esposa D. Paula Maria de São Pedro. Depois c.c. sua sobrinha D. Rosa Ignácia de Barros, filha de Virgínio Antônio Rodrigues Campello e de D. Maria de Jesus de Barros Campello. (C.g.);
06- D. Maria de Nazareth Carneiro da Cunha – Faleceu em 1866. C.c. seu primo Mathias Mendes da Silva, em 1809, filho do Cel. José Mendes da Silva e de sua segunda esposa D. Paula Maria de São Pedro. Faleceu em 1851. (C.g.);
07- D. Anna Carneiro da Cunha – Faleceu solteira em 1829;
08- D. Francisca Thereza de Jesus – Nasceu em 1797. C.c. Agostinho Rodrigues Campelo, em 1816. Filho de Manoel Thomaz Rodrigues Campello. (C.g.).
Fontes:
Arquivos genealógicos organizados e escritos pelo Dr. João Nazareno Carneiro Campello. Pág. 31, 32, 67, 69, 71, 72
http://geneall.net/pt/nome/1313951/virginio-rodrigues-campello/
Manoel Carneiro Leão Campelo (trisavô de minha avó Maria Anna (Nita) Carneiro Leão, depois Carneiro de Novaes) – Filho de Virgínio Rodrigues Campello e de D. Rita Josepha de Jesus. NP de Virgínio Rodrigues Campello “o Mato Grosso” e de D. Francisca Th]]ereza de Jesus de Barros. NM de José Pedro dos Reis e de D. Maria de Jesus. Nasceu em 1779.
C 01- D. Maria do Carmo Diniz Bandeira, em 1800 – Filha de Antônio de Souza Bandeira e de D. Anna Izabel Brigida Carneiro. Filhos:
01- D. Maria de Santana Diniz Bandeira – Primeira esposa de seu primo José Mendes Carneiro Leão, filho de Manoel Netto Carneiro Leão e de D. Maria Theodora Carneiro Leão. José Mendes casou depois com sua cunhada caçula D. Rita Josepha Carneiro Leão;
02- D. Anna Izabel Brígida Carneiro – Primeira esposa de seu primo o Capitão Pedro Carneiro da Cunha e Albuquerque, em 02.11,1827. Filha do Capitão Diogo Soares Carneiro de Albuquerque e de D. Ignácia Francisca Xavier. (C.g.);
03- Braz Carneiro Leão – Nasceu em 1804 e faleceu em 10.02.1876. C.c. D. Anna Isabel Brígida Carneiro Leão, em 08.09.1880, filha de seu tio paterno Manoel Netto Carneiro Leão e de D. Maria Theodora de Barros Campelo, falecida em 08.02.1849. Mudou o nome devido de haver sido agraciado com o título de Barão de São Braz, depois de viúvo. Viveu no seu engenho Pau Santo/Cabo de Santo Agostinho que em suas aterras depois levantou o engenho Retiro/Cabo de Santo Agostinho. (C.g);
04- Manoel Carneiro Leão (Bisavô de minha avó Maria Anna (Nita) Carneiro Leão, depois Carneiro de Novaes) – (continua);
05- Antônio Bandeira Carneiro Leão – C.c. sua prima D. Maria do Carmo Carneiro Leão, em 23.01.1841. Filha de Manoel do Carmo Carneiro Leão e de D. Maria do Carmo Carneiro Leão. Viveu no seu engenho Sicupeminha/Jaboatão dos Guararapes – Muribeca, que comprou a (N). (C.g.);
06- Virgínio Carneiro Leão – C.c. D. Maria Claudina do Espírito Santo, em 18.05.1835, filha do português José Marques. Depois c.c. D. Maria de Jesus Rodrigues Campelllo, em 02.02.1847, filha de Virgínio Antônio Rodrigues e de D. Maria de Jesus, falecida em 05.1851. Por último c.c. D. Cezária Ribeiro de Sá Barreto. (C.g. no primeiro e segundo casamento). Viveu no seu engenho Contraçude/Jaboatão dos Guararapes. Faleceu em Recife, na casa do seu sogro;
07- José Carneiro Leão – Faleceu solteiro em 07.09/engenho Muribequinha/Jaboatão dos Guararapes – Muribeca;
08- D. Rita Josepha Carneiro Leão – C.c. José Mendes Carneiro Leão, viúvo de sua irmã D. Maria de Santana Diniz Bandeira. (C.g.).
C 02- D. Maria Archanja da Conceição Lins e Mello – Filha de Manoel da Vera Cruz de Albuquerque Lins e Mello e de D. Luizia Francisca Caetana de Albuquerque.
Fontes:
Arquivos genealógicos organizados e escritos pelo Dr. João Nazareno Carneiro Campello. Pág. 31, 33, 42, 50, 55, 56, 66
http://geneall.net/pt/nome/1313949/manuel-carneiro-leao/
Manoel Carneiro Leão (Bisavô de minha avó Maria Anna (Nita) Carneiro Leão, depois Carneiro de Novaes) – Nasceu no dia 12.04.1809 e faleceu em 09.1878. Filho de Manoel Carneiro Leão Campelo e de D. Anna Izabel Brígida Carneiro. NP de Virgínio Rodrigues Campello e de D. Rita Josepha de Jesus. NM do Capitão Diogo Soares Carneiro de Albuquerque e de D. Ignácia Francisca Xavier.
Senhor do engenho Muribequinha/Jaboatão dos Guararapes – Muribeca.
C 01- D. Francisca Theodora Carneiro Leão – Filha de Manoel Netto Carneiro Leão e de D. Maria Theodora de Barros Campelo. Falecida em 08.08.1871. Filhos:
01- (N) – Falecido criança; 02- (N) – Falecido criança;
03- Manoel Carneiro Leão (Avô de minha avó Maria Anna (Nita) Carneiro Leão, depois Carneiro de Novaes). (C.g.)– Coronel;
04- D. Maria do Carmo Carneiro Leão – Nasceu em 09.1843. C.c. seu primo Eduardo Carneiro Leão, em 08.12.1866, filho de seu tio materno Braz Carneiro Leão (Barão de São Braz) e de D. Anna Izabel Carneiro Leão. Faleceu no dia 16.07.1884. (C.g.);
05- José Francisco Carneiro Leão – Tenente Coronel. Nasceu em 03.1844. Faleceu no dia 18.07.1882/engenho Muribequinha/Jaboatão dos Guararapes – Muribeca. C.c. sua prima D. Maria Archanja Carneiro de Souza Bandeira, em 12.02.1870/Igreja do Paraíso/Recife. Filha do Coronel João Paul Carneiro de Souza Bandeira e de D. Luzia Francisca de Souza Bandeira. (C.g.) Senhor do engenho Muribequinha/Jaboatão dos Guararapes – Muribeca e do Capelinha/Jaboatão dos Guararapes – Muribeca.
Fontes:
Arquivos genealógicos organizados e escritos pelo Dr. João Nazareno Carneiro Campello. Pág. 31
http://geneall.net/pt/nome/1313949/manuel-carneiro-leao/
Manoel Carneiro Leão (Avô de minha avó Maria Anna (Nita) Carneiro Leão, depois Carneiro de Novaes) – Nasceu no dia 12.06.1840 e faleceu no dia 23.04.19. Filho de Manoel Carneiro Leão e de D. Francisca Theodora Carneiro Leão. NP de Manoel Carneiro Leão Campelo e de D. Anna Izabel Brígida Carneiro. NM de Manoel Netto Carneiro Leão e de D. Maria Theodora de Barros Campelo.
Coronel da Guarda Nacional. Viveu no seu engenho Recreio/Jaboatão dos Guararapes – Muribeca, que depois pertenceu a minha avó Maria Anna (Nita) Carneiro Leão.
C 01- D. Maria Archanja Carneiro Leão, no dia 30.11.1865 – Filha do Comendador Manoel da Vera Cruz Lins e Melo e de D. Maria do Monte Lins e Mello. Filhos:
01- Manoel Carneiro Leão – Nasceu em 26.09.1866 e faleceu em 05.1867;
02- Horácio Heráclito Carneiro Leão (Dr.) – Nasceu no dia 28.09.1867. Formado em Direito pela Faculdade do Recife. Solteiro;
03- Cícero Carneiro Leão – Nasceu no dia 27.09.1869 e faleceu a 03 0ou 04.11.1870;
04- Virgínio Carneiro Leão – Nasceu no dia 29.10.1870 e faleceu no dia 17.07.1885 quando estudante de preparatório;
 05- Francisco Augusto Carneiro Leão – Nasceu no dia 28.09.1871 e faleceu no dia que completou 16 anos, 28.09.1887;
06- D. Maria Amélia Carneiro Leão – Nasceu no dia 29.10.1872. Solteira. Segundo Nazareno devia a ela a cópia do escudo da família;
07- Manoel Carneiro Leão (Meu bisavô. Pai de minha avó Maria Anna (Nita) Carneiro Leão, depois Carneiro de Novaes) – (continua); 08- José Carneiro Leão – Nasceu no dia 25.06.1875 e faleceu no dia 29.03.1897, de uma febre no dia em que fizera a prova escrita do 1º ano da Faculdade do Recife;
09- D. Francisca Theresa Carneiro Leão – Nasceu no dia 01.021879 e faleceu no dia 03.01.1884;
10- D. Maria do Monte Carneiro Leão – Nasceu no dia 09 ou 10.01.1882 e faleceu no mês de 10.1883;
11- D. Maria Thereza Carneiro Leão – Nasceu no dia 20.11.1883. Solteira.
Fontes:
Arquivos genealógicos organizados e escritos pelo Dr. João Nazareno Carneiro Campello. Pág. 50, 52, 53
Manoel Carneiro Leão (Meu bisavô. Pai de minha avó Maria Anna (Nita) Carneiro Leão, depois Carneiro de Novaes) – Nasceu no dia 10.02.1874.
Senhor dos engenhos Santana/Jaboatão dos Guararapes; Suassuna Mirim/Jaboatão dos Guararapes; Arimunã/Escada; Sicupema/Jaboatão dos Guararapes; Recreio/Jaboatão dos Guararapes; Jiqui/Escada
C 01- D. Joanna Idelvita Mendes de Hollanda, em 19.04.1899 – Filha de Sebastião José Mendes de Hollanda  e de sua segunda esposa D. Maria Anna Cavalcanti de Albuquerque, depois Mendes de Hollanda. NP de Sebastião José Mendes da Silva e de D. Joanna Antônia de Hollanda Cavalcanti. NM de Manoel Ignácio de Albuquerque Maranhão, depois Moura Rolim, e de D. Anna Cavalcanti de Albuquerque.
Filha única:
01- Maria Anna Carneiro Leão c.c. Antônio de Novaes Mello Avelins Filho (Novaes Filho). (C.g.)
Fontes:
Arquivos genealógicos organizados e escritos pelo Dr. João Nazareno Carneiro Campello. Pág. 52
Maria Anna Carneiro de Novaes, “Nita” – Nascida em 06/05/1903-engenho Sicupema/Cabo de Santo Agostinho
C 01- Antônio de Novaes Filho (Prefeito da cidade do Recife, Deputado Federal, Senador, Ministro da Agricultura e da Educação). Filhos:
01- Maria do Carmo Novaes Neves Baptista – C.c. Edvaldo Barreto Neves Baptista, filho de Romeu Neves Baptista e Albertina de Alcântara Velho Barreto;
02- Maria Idelvita Novaes Martins de Albuquerque – C.c. Guilherme Antônio Martins de Albuquerque. (C.g.);
03- Antônio Telmo Carneiro de Novaes – C.c. Teresa Moura Carneiro de Novaes. (C.g.);
04- Afrânio Carneiro de Novaes – C.c. e depois com Icléia Carneiro de Novaes. (C.g.);
05- Regina Novaes Cavalcanti de Albuquerque – C.c. Leonardo Cavalcanti de Albuquerque. (C.g.);
06- Maria de Lourdes Novaes Nogueira – C.c. Eithel Nogueira de Sá. (C.g.);
07- Paulo Gileno Carneiro de Novaes – C.c. Maria Arbex de Novaes. (C.g.);
08- Bueno Carneiro de Novaes – Solteiro. (C.g.)